Henry 7 anos: As diferenças também nos torna amigos

Estamos completando 5 anos de São Paulo. Na segunda empresa, no qual trabalhei aqui conheci a Karine Sanches, já falei da família dela outras vezes aqui: Invadindo a vida alheia Henry 4 anos Que venha o segundinho, vou criar uma hashtag para a família Sanches aqui, srsrsrs.

É muito difícil mudar de cidade quando já somos adultos, é difícil construir novas amizades apenas em ambientes profissionais, pois, às vezes, apenas trocando de emprego você acaba perdendo o contato. Mas, já faz 4 anos que eu e a Karine deixamos de trabalhar juntas e continuamos nos encontrando.

Talvez por termos filhos, o que é ótimo. A família dessa moça foi a primeira família Paulistana que convivi com crianças e todos sabem que eu sempre quis ter filhos cedo, então tive essa empatia com eles.

Mas, isso não quer dizer que não há diferenças. Atualmente nesse momento de crise de ideais, posturas, economia, política no nosso país a família da Ka se posiciona diferente de mim e nos respeitamos, levei o Ravel em uma consulta com o esposo da Ka, o Ricardo, foi maravilhoso, uma atenção, inteligência emocional com crianças, surpreendente. Adoramos.

Não é por termos posições diferentes que nos tornamos piores profissionais, maus amigos, maus filhos e etc.

Pois no fundo, hoje, o que todos queremos para o nosso país é um Brasil melhor. E isso é ótimo, é construtivo, espero que consigamos avançar! Vamos conseguir.

Ka obrigada pelo carinho, tira duvidas por whats app, visitas na maternidade, presença nas nossas festinhas e convites para as festinhas dos meninos. 

Que o papai do céu e nossa anjinha mamãe Regina ilumine o dia a dia da sua família, o crescimento dos seus filhos e o seu progresso emocional e material sempre.













    


Gostaria de acrescentar algo importante, um colega meu falou esses dias que no aniversário de 1 ano da filha tinha 27 babás como acompanhantes, pois bem, que tal as babás irem as festas como convidadas? Levando suas famílias, aliás, são pessoas que além de termos um vínculo profissional, temos um vínculo afetivo, pois no mínimo, são pessoas que atenuam nossa batalha diária. Parabéns Ka, adorei como vocês fizeram.




  






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